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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

América Latina deve crescer 3% em 2010

CINGAPURA (Reuters) - A América Latina deve crescer cerca de 3 por cento no ano que vem, à medida que a região se recupera da crise mundial, previu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento nesta sexta-feira.
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"Nós estamos falando de uma recuperação de cerca de 3 por cento para toda a região. Obviamente, alguns (países) vão crescer mais rapidamente, como o Brasil", disse o presidente do BID, Luis Alberto Moreno, à Reuters nos corredores da reunião da APEC em Cingapura.

A América Latina tem sido impulsionada pela crescente demanda por suas exportações de commodities, mas Moreno disse que medidas anticíclicas como gastos em infraestrutura por parte dos governos da região também estavam ajudando a recuperação de sua economia.

"Alguns países na América do Sul foram os últimos a sentir o impacto da crise, mas os primeiros a ver uma recuperação", disse ele.

Segundo ele, a América Latina ainda está enfrentando desafios com a baixa demanda dos consumidores dos Estados Unidos, que, no passado, foram um dos combustíveis econômicos da região, disse ele.

O BID tinha previsto que a economia da América Latina poderia encolher 2 por cento neste ano.

Moreno ainda disse que o BID deve distribuir 12 bilhões de dólares em empréstimos neste ano e por volta de 10 bilhões no ano que vem, majoritariamente em países como Brasil, México, Argentina e Colômbia.

(Reportagem de Patrick Markey e Antonio de la Jara)
Link de origem: Yahoo Notícias

Brasil entre os 5 maiores

Brasil entre os 5 maiores

O Brasil pode se tornar uma das cinco Economias mais potentes do Mundo antes de 2050, segundo um relatório especial de 14 páginas sobre negócios e finanças no país, publicado na última edição da revista semanal "The Economist".

Se a estabilidade política e econômica do Brasil for mantida, o país poderia situar-se no Clube das Economias mais privilegiadas do mundo.
A análise da "Economist" ressalta que o país nunca se viu antes em uma situação na qual convivessem democracia, inflação controlada e crescimento.
Ela destaca ainda que o Brasil foi um dos últimos países a ser afetado pela crise econômica mundial e que foi um dos primeiros a sair da recessão.

"Parece que muitas coisas positivas estão acontecendo no Brasil no momento", comenta John Prideaux, autor do relatório.
São muitos! os dados que levam ao otimismo.
Por exemplo, o país é auto-suficiente em petróleo,
vai conceder um empréstimo ao FMI
e um de seus fundos de investimento estrangeiro cresceu em 30%, enquanto o setor mostra uma queda de 14% no resto do mundo.

O relatório especial examina como este recente êxito surgiu e como as empresas, tanto nacionais quanto estrangeiras, podem tirar proveito da nova estabilidade no país.
O relatório também aborda o lado obscuro do Brasil, citando políticos corruptos, um sistema legal pouco funcional e um índice de homicídios altamente preocupante.

Fonte: Affonso Ritter